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Carlos José Castilho

Visto como um goleiro sortudo, Carlos Castilho é considerado por muitos o maior goleiro a defender o gol tricolor. Com 808 gols sofridos em 702 partidas, Castilho chegou a ganhar o apelido de "Leiteiro", gíria da época para alguém que tivesse muita sorte. Não era raro ver as bolas que passavam por suas mãos explodirem na trave. Castilho demonstrou várias vezes o seu amor ao Fluminense, a maior delas foi quando autorizou a amputação de parte de um dedo para recuperar-se mais rapidamente de uma contusão. Castilho conquistou pelo time os títulos cariocas de 1951, 59 e 64, além dos Torneios Rio-São Paulo de 1957 e 1960. Suicidou-se em 02 de fevereiro de 1987, durante um ataque de depressão

João Batista Carlos Pinheiro

Quando se fala em zagueiro no Fluminense, imediatamente remete-se a memória à figura de Pinheiro, um dos maiores jogadores a vestir a camisa do clube em toda a sua história. Dotado de grande força física e seriedade, Pinheiro era o chamado zagueiro clássico: jogava duro e na bola. Disputou a Copa do Mundo de 1954, na Suíça, como titular. No Fluminense, conquistou três títulos cariocas (1949, 51 e 59), dois Torneios Rio-São Paulo (1957 e 1960), tendo marcado 49 gols em 571 partidas

Roberto Rivelino

Ao chegar ao Fluminense, em 1974, vindo do Corinthians, Rivelino tinha um objetivo: mostrar aos dirigentes do clube paulista que ele não havia sido o responsável pela perda do título paulista do ano anterior para o Palmeiras. Junto com a chegada de Rivelino ao Fluminense foi dada a largada para a montagem da "Máquina Tricolor" dos anos 70, que ganharia o bicampeonato carioca de 1975/76. Rivellino jogou no clube até 1978, quando foi vendido para o futebol árabe. No Fluminense, marcou 53 gols em 158 partidas