NEM TODOS OS FILHOS DE UMA ÚNICA FAMÍLIA SE CRIAM SOB O MESMO TETO




A razão pela qual você está lendo estas palavras pode ser a mesma que leva a se questionar a respeito do verdadeiro sentido da vida.

Alguns livres pensadores já publicaram que o sentido da vida é exatamente a ausência dele.

Para outros, existem milhares de outras justificativas.

Por que não existe justificativa que elimine ataques de ansiedade ou a angustiante sensação de frustração quanto a esta questão?

Porque, nem sempre se busca o que se necessita, onde realmente aquilo está.

Será que sabemos ao certo o que estamos buscando?

Ou, por outro lado: se buscamos, buscamos o quê; para quê?

Há algo de muito vago no ar. É necessário dissipar a névoa para se poder avistar o panorama à frente.

Esta é uma viagem para a qual, pouco ou nada nos preparamos.

No entanto, fica assegurado para quem vive além de suas próprias fronteiras, um bônus intransferível: as descobertas só são tesouros para quem se dispõe a buscá-las.

Então, uma feliz jornada a VOCÊ. Que sua busca lhe traga a VERDADE ou, que no mínimo, lhe indique a direção onde, finalmente, será possível encontrá-la.

E o melhor de tudo isso: NÓS estaremos com você!!!

Quem somos nós? Somos aquilo que está atrás das cortinas dos seus olhos, admirando o mesmo panorama enigmático que você pode observar nestes tempos tão nebulosos e ao mesmo tempo caóticos.

Cada um de nós é um pouco de você e você é parte de nós.

Podemos ainda não estar familiarizados com a idéia de pertencermos todos à mesma família.

Um dos personagens de Antoine de Saint-Exupèry disse em “O Pequeno Príncipe” que “o essencial é invisível aos olhos”. Talvez isto baste à ansiedade que se instala em nosso íntimo quando estamos frente a frente com nós mesmos, sem ter um espelho que minta sobre nossa imagem virtual.

Tudo bem?

Prontos?

Então, vamos...