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A Formiga Rabiga Era uma vez uma formiga chamada Rabiga. Ela andava muito triste porque era pretinha e queria ser branquinha. rabiga1.jpg (14434 bytes) Um dia foi passear ao moinho que ficava no alto de um monte. ... e teve uma ideia. Pensou rebolar-se pela farinha para ficar branquinha. Passaram por ali duas formigas. Quando a viram pensaram que era um bocado de pão e carregaram-na à s costas para o formigueiro. Muito aflita a formiga Rabiga começou aos gritos. Assustadas, as formigas deixaram-na cair no chão. Toda ferida, a Rabiga lá foi para casa. No caminho encontrou um alguidar com água e lavou-se. A água estava muito fria e ela apanhou uma grande constipação. Ficou de cama oito dias. Cuidado, piratas! Um dia, entrei num barco, pequenino e apertado, só com bancos. Iam cinquenta pessoas a bordo. De repente, começou a chover. (Ricardo). Cada vez chovia mais e um pedaço de madeira partiu-se. (Rúben) Começou a entrar água no barco e as pessoas conseguiram sair e foram a nado até à praia. (Tânia) Enquanto as pessoas iam nadando até à praia, o barco ia-se afundando. (Artur) Ao chegarem à praia viram que estavam numa ilha deserta. Mas uma das pessoas conhecia essa praia. (Tibério) Então foram para o meio da ilha a ver se achavam algum abrigo e comida ou até uma aldeia. (Adriana) Não viram ninguém, foram à procura de uma casa e encontraram-na. (Ana) Na casa, um dos marinheiros achou uma folha, olhou e viu que era um mapa de um tesouro. (Tiago L.) Decidiram ir à procura do tesouro. Seguiram o mapa e foram dar à praia. Abriram um buraco na areia e um caranguejo picou-lhes. (Márlon) Quando olharam bem para o mapa viram que afinal o tesouro estava debaixo de água. (Tiago J.) Chegaram à beira-mar e viram um barco à vela que estava habitado por pessoas com cara de poucos amigos. Eram piratas. (Pedro) Mesmo assim, foram à caça do tesouro. (Fernando) Os marinheiros foram pedir aos piratas o barco emprestado. O chefe perguntou: - Para que querem o barco? - Para encontrar um tesouro. - responderam os marinheiros. - Então têm que o partilhar connosco. - concluiu o chefe dos piratas. (Rafael) Os marinheiros não concordaram e um dos piratas prendeu dois deles: o capitão e outro homem. (Sara) Os que estavam em terra foram salvar os dois marinheiros. Prenderam os piratas porque eram em número superior. Então passou um helicóptero e eles fizeram fogo. O helicóptero baixou e três marinheiros subiram. Os restantes ficaram no barco. (Fábio) Foram à procura do tesouro. Pousaram numa rocha e lá havia uma jangada com remos. (Débora) Na jangada também havia fatos de mergulhadores. Vestiram-se e mergulharam. (LuÃs) Acharam o tesouro dentro de uma gruta, debaixo de água. (Susana) Estava difÃcil de encontrar porque estava tapado com areia. Mas eles viram um pedaço de madeira. Ao saÃrem da água apareceu um tubarão. (Cristiano) Este chegou ao pé dos homens que nadavam muito depressa. Mas o tubarão apanhou a perna de um dos marinheiros. No entanto, ele escapou porque os colegas o ajudaram. (Nádia) Depois foram de helicóptero para o barco dos piratas e foram embora com o tesouro. (Tibério) A viagem foi comprida. Ao chegarem cada um foi para o seu lado. (Tânia) Antes, porém, o capitão dividiu o tesouro por todos. (Artur) Com a parte dele foi comprar um barco melhor. (João) Um boneco de barro Esta é a história de um boneco de barro que encontrei caÃdo no chão. Estava esfolado, sem tinta e sem cor. Nem consegui perceber que figura representava aquele boneco. Seria um camponês? Seria um pescador? Às costas tinha um embrulho... Seria um saco? Seria uma ovelha? Mal sabia eu as arrelias que aquele boneco me ia arranjar. Nem sonham... É bem verdade que debaixo dos pés se levantam os trabalhos... pois eu levantei do chão o boneco escaqueirado convencido de que estava a fazer uma boa acção. Depois é que foram elas! Mas eu conto... eu conto... (E o Jonas, da escola do Corotelo, contou...) Levei-o para casa, pintei-o e vi que ele tinha um saco com dinheiro. Depois de pintado parecia um bandido. O boneco levantou-se, deu-me um soco, tirou-me a carteira e fugiu pela janela. No dia seguinte, vi-o assaltar a máquina de tirar bebidas de onde roubou todas as coca-colas. Eu disse: - Pára com isso! O boneco de barro fez-me cair, foi para fora e eu já não o encontrei. No dia seguinte, li no jornal que um boneco de barro assaltou um banco. Ele passou a ser o maior problema dos Estados Unidos. Nenhum banco tinha dinheiro pois todos tinham sido assaltados por ele. Um dia, ele foi a minha casa e disse-me: - Já tenho bastante dinheiro, já não preciso de roubar mais. Vou comprar coca-cola. O regresso à escola Todas as manhãs, quando ia para a escola, o Flávio passava por este sinal. Passava por este sinal e, uns metros andados, estava na escola. Que queria aquilo dizer? Queria dizer o seguinte:â€Senhores automobilistas, tenham muito cuidado! A poucos metros há uma escola. Ora, como sabem, das escolas, quando menos se espera, saem garotos a correr… Claro que não deviam vir a correr, pois decerto, mas vêm, portanto, senhores automobilistas, muito cuidado.†Dizia isto tudo o tal sinal. -E, nos dias em que a escola está fechada, aos domingos e feriados, o que se passa com o sinal? -perguntou-me o Flávio. Ah! Ah! Isso é segredo, mas eu conto. É bem de ver que, não havendo escola não havia de haver sinal. Então que estão os meninos a fazer, se a escola fechou. Eles saltam do triângulo e vão passear. Fim A Sereia vidente Era uma vez, uma Sereia chamada Raven ela era vidente e previa o futuro dos seus amigos o Eddie e da Shellsi! Eles eram um grupo de amigos videntes! Um dia previram que ia cair um meteoro na terra deles, a Atlântida. Por isso eles foram contar ao professor Baxter e o professor Baxter disse: -É o Friedo que vos esta a mandar essas vidências erradas agentes. Então nos vamos resolver isso. –Disse a Raven. Então foram eles para casa do Friedo, mas o Friedo montou muitas armadilhas e eles quase não conseguiram entrar. Quando eles entraram em casa dele ele tentou matá-los com os seus robots mega fortes mas a Raven trouxe armas e emprestou aos amigos e eles deterão os robots mega fortes! E de repente ele lançou umas bombas de fumo e desapareceu pela janela. Então eles foram á procura dele e encontraram-no abeira de um lago. O Friedo mergulhou no lago e transformou-se num monstro. Então o Eddie, a Shellsi e a Raven também mergulharam e tornaram-se nuns monstros mais fortes do que o Friedo. Eles lutaram e lutaram e ganharam. Fim A casinha de chocolate Era uma vez o Ansel e a Gretal eles eram dois meninos que não faziam o que as pessoas diziam! Um dia os pais foram cortar lenha e disseram aos meninos para não saÃrem do pé deles. Mas eles não obedeceram e foram para a floresta mas perderam-se. De manhã, foram procurar a sua casa, mas em vês de encontrarem a casa deles encontraram uma casa de chocolate. Depois de a verem entraram na casa e viram uma velhota. Quando a velha os viu perguntou o que estavam a fazer na casa dela e eles disseram que não tinham casa e a velhinha deixou-os dormir em casa dele, mas ela era uma bruxa e começou a dar-lhes doces até eles ficarem gordinhos! Um dia a velhota mandou a Gretal limpar a casa e prendeu o Ansel numa jaula. Era uma vez o Ansel e a Gretal eles eram dois meninos que não faziam o que as pessoas diziam! Um dia os pais foram cortar lenha e disseram aos meninos para não saÃrem do pé deles. Mas eles não obedeceram e foram para a floresta mas perderam-se. De manhã, foram procurar a sua casa, mas em vês de encontrarem a casa deles encontraram uma casa de chocolate. Depois de a verem entraram na casa e viram uma velhota. Quando a velha os viu perguntou o que estavam a fazer na casa dela e eles disseram que não tinham casa e a velhinha deixou-os dormir em casa dele, mas ela era uma bruxa e começou a dar-lhes doces até eles ficarem gordinhos! Um dia a velhota mandou a Gretal limpar a casa e prendeu o Ansel numa jaula. Mas a irmã encontrou um osso e deu ao irmão para ele abrir a jaula. A irmã foi ao pé da velha que estava ao pé da fogueira e atirou-a para dentro da fogueira! Eles encontraram os pais e começaram a obedecer. Fim