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Noticias 12/05/2009 16h30 - Acidente de Schumi pode ter trazido consequências: O acidente de Michael Schumacher em Cartagena, na Espanha, no começo de fevereiro deste ano, pode ter trazido consequências mais sérias, afirma o jornal suíço "Blick". O heptacampeão da F-1 testava na pista espanhola para o Alemão de Superbike, mas acabou caindo na primeira curva e foi parar no hospital, mas declarou que não sofreu ferimentos sérios. O alemão, porém, ainda tem dificuldades em movimentar seu pescoço e declarou, no fim de abril, que não participará mais do campeonato de moto. Nos bastidores do GP da Espanha, no fim de semana passado, rumores diziam que Schumacher também teria quebrado duas costelas com a queda. A porta-voz do ex-piloto de F-1, Sabine Kehm, disse que "nós não participamos de especulações", e completou: "assim que ele estiver totalmente curado, ele adoraria pilotar motos de novo." Segundo boatos, o alemão ainda estaria em tratamento no hospital Bad-Nauheim, na Alemanha. 16h00 - Raikkonen corre em junho seu 3º rali deste ano: Kimi Raikkonen correrá, no fim de semana após o GP da Turquia, seu primeiro rali de asfalto. O campeão mundial da F-1 de 2007 já correu duas etapas do campeonato de rali da Finlândia no começo deste ano com um Fiat Abarth Grande Punto, preparado pelo tetracampeão do WRC, Tommi Makinen. Raikkonen correrá com o mesmo carro no Rally della Marca, no dia 13 de junho, que acontece na região norte da Itália. 15h30 - Ferrari comunica: deixa F-1 se teto valer em 2010: A Ferrari confirmou que deixará a F-1 em 2010, caso o regulamento previsto para 2010 seja confirmado pela FIA. A montadora tomou a decisão após a reunião de sua mesa diretora, nesta terça-feira na sede da equipe, em Maranello. Em um comunicado, o time afirmou não ter motivos para disputar a próxima temporada, caso seja estabelecido o privilégio aos times que aderirem ao teto orçamentário, o que resulta em um regulamento duplo."A mesa diretora examinou as decisões recentes tomadas pela FIA no Conselho Mundial do dia 29 de abril. Entre essas decisões, pela primeira vez na história da F-1, está a disputa de um campeonato com um regulamento duplo em 2010, baseado em regras técnicas e parâmetros econômicos arbitrários." "Nosso Conselho considera que, se este será o futuro quadro da F-1, nada justifica a continuidade da presença da Ferrari no Campeonato Mundial, o que acontece assiduamente há 60 anos, sendo o único fabricante a ter participado continuamente da categoria desde sua criação", continuou o comunicado. "O Conselho também expressou desapontamento com o método da FIA de acatar essas decisões, recusando um entendimento com os construtores e equipes. Regras iguais para todos, estabilidade de regulamento, continuidade dos métodos e trabalho progressivo para reduzir os custos são as prioridades para o futuro", prosseguiu o time, que faz uma promessa. "As regras de governo que contribuíram para o desenvolvimento da F-1 nos últimos 25 anos foram desrespeitadas, já que o contrato entre a Ferrari e a FIA garante a estabilidade do regulamento." "Se o regulamento determinado não for alterado, a Ferrari não vai participar do campeonato de 2010. E a Ferrari acredita que os muitos `tifosi` ao redor do mundo vão comprender esta decisão difícil, mas coerente com o comportamento que a Scuderia sempre teve em defender os valores esportivos e técnicos do automobilismo e da F-1, em particular". "O presidente da mesa diretora será o responsável por avaliar a maneira mais correta e os métodos para proteger os interesses da companhia", completou. 15h00 - Barrichello se acalma e fala: "Não existe o boicote": Em entrevista nesta segunda-feira à Rede Globo, Rubens Barrichello se mostrou mais conformado com a situação acontecida no GP da Espanha de F-1. Depois de ameaçar deixar a Brawn se sentir algum tipo de favoritismo ao parceiro Jenson Button, Barrichello falou de uma forma "mais mansa", comentando que não existe jogo de equipe na Brawn. "Vai vencer quem é melhor", afirmou o brasileiro, que liderou boa parte da corrida, mas perdeu a posição nos boxes, após a Brawn alterar a tática de Button, diminuindo o número de paradas do inglês. "Existe muita polêmica em torno disso, por ser um piloto inglês em uma equipe inglesa, mas não existe o boicote", ressaltou o piloto da Brawn, vice-líder do campeonato, 14 pontos atrás do parceiro. "O Ross estava do lado dele falando isso: ele teria que entender os motivos pelos quais minhas três paradas não funcionaram", completou Barrichello. 14h30 - Brawn fala que não há favoritismo no time. Por ora: Em entrevista à rádio britânica BBC Radio 5 Live, Ross Brawn afirmou que sua equipe não possui um primeiro piloto. Por ora. O dono da melhor equipe da temporada 2009 afirmou, após a polêmica acontecida no GP da Espanha, que tanto Jenson Button quanto Rubens Barrichello são tratados de forma igual dentro do time. Em Barcelona, Barrichello liderava a prova, mas a Brawn mudou a estratégia de Button, que passou o brasileiro nos boxes e venceu. No fim da prova, Rubens ameaçou deixar o time caso haja um favorecimento a Button, mas uma reunião pós-corrida colocou os pingos nos is. "Conversamos sobre o que aconteceu e ele entendeu bem. Rubens é um grande membro da equipe. Todos estão trabalhando muito bem, e os pilotos reconhecem isso", comentou Brawn. O inglês deixa claro que não há favoritismo dentro da equipe, mas isso só vai durar até um dos pilotos sair da briga pelo título. "Temos um grande clima dentro da equipe e não queremos perder". Somos completamente honestos com os pilotos, que sabem a situação, assim como os engenheiros: não há favoritismo", analisou o dirigente."Nosso plano é dar a ambos os pilotos uma oportunidade igual, a menos que um dos pilotos não tenha mais chances matemáticas. Se um piloto puder brigar pelo título e outro não, então vamos nos focar neste competidor", completou. No momento, Button lidera o campeonato com 41 pontos, 14 a mais que Barrichello, o vice-líder. 14h00 - Hamilton tem pior início de ano e almeja motivação: Nove pontos em cinco corridas significa o pior início de temporada para Lewis Hamilton em sua curta carreira na F-1. O começo ruim, no entanto, não incomoda o atual campeão mundial. Para ele, a principal meta nesta temporada é manter a motivação do time em alta."No momento, o carro não é o que preciso para defender o título, mas não vamos parar de lutar e exigir o máximo. Isso precisa ser nossa motivação", admitiu o representante da McLaren. O inglês revela que a McLaren segue trabalhando no MP4-24, que não vem rendendo bem, para a próxima corrida. "A equipe toda está trabalhando o máximo possível para melhorar o carro, e temos algumas melhorias chegando para Mônaco." Para Hamilton, é possível dar a volta por cima. "Acho que podemos contornar a situação com este carro _não acho que ele está todo errado, mas acho que um pequeno problema está criando uma bola de neve em algum lugar. Isso nos encoraja, pois significa que podemos estourar a qualquer momento". "Definitivamente, demos grandes passos adiante, e aprendemos com os erros, também. Estamos otimistas para as próximas corridas", continuou o piloto, que espera mais pressão aerodinâmica e, com um pouco mais de sorte, vitórias. "Espero que as nossas novas modificações tragam mais pressão aerodinâmica. Sei que quando voltarmos a vencer, vamos merecer isso mais que tudo. Existe um grande sentimento de solidarieda e otimismo, não vamos desistir." 13h30 - Inquérito sobre a morte de filho de Mosley é adiado: O inquérito sobre a morte de Alexander Mosley, filho de Max, presidente da FIA, foi aberto e adiado no mesmo dia. Alexander, que era economista de renome e professor universitário, foi encontrado morto em sua casa, localizada em Notting Hill, a oeste de Londres, no último dia 5. O inquérito foi iniciado nesta semana pelo investigador Paul Knapman, mas adiado para o dia 10 de junho pela Corte de Investigação de Westminster. A princípio, a polícia local trata a morte como insuspeita, mas os tablóides locais cogitam a possibilidade de Alexander ter morrido por causa de uma overdose de drogas. 13h00 - Trulli: ritmo da Toyota na Espanha foi uma exceção: Para Jarno Trulli, o desempenho abaixo da média da Toyota no GP da Espanha não passou de um imprevisto. O italiano deixou a corrida logo na largada, após uma confusão que envolveu Adrian Sutil, da Force India, e os dois carros da Toro Rosso, dos Sebastiens Buemi e Bourdais. "Foi apenas esta corrida", disse o piloto. "Temos de manter o otimismo, pois o carro, até agora, tem sido muito bom e competitivo." "Não foi o caso na Espanha, mas um quinto lugar era possivel, honestamente. Agora, precisamos manter o foco e desenvolver o o carro, se quisermos continuar lutando", continuou. No entanto, Trulli não sabe o que esperar da escuderia no GP de Mônaco, próxima etapa da temporada, marcada para o dia 24: "Vivo uma corrida por vez"."Corridas devem ser disputadas, não previstas. Você pode ser mais ou menos otimista, mas, quando você entra no carro no primeiro dia, já tem uma noção." "Andarei bem em Mônaco se tiver o carro, simples. Vou para lá confiante, e, claro, precisamos ver como o carro se comporta no fim de semana. Acho que as curvas lentas são uma fraqueza nossa, mas espero estar errado." 12h30 - Vitória mudou meta da Red Bull, diz chefe de equipe: De acordo com Christian Horner, a Red Bull teve de redefinir suas metas após a vitória no GP da China de F-1. Na ocasião, Sebastian Vettel e Mark Webber fizeram dobradinha em Xangai, confirmando a condição da escuderia de candidata ao título desta temporada. A meta, agora, é caçar a Brawn na tabela de pontos. "A equipe está em alta, após o resultado na China, e apoiada pelos pódios de Vettel, no Bahrein, e Webber, em Barcelona", comentou o chefe da equipe."A China foi um marco. Tivemos a primeira pole position e a primeira vitória, o que mudou automaticamente o nosso foco. Agora, a meta é diminuir a desvantagem para a Brawn _e Barcelona mostrou que fizemos isso." "Temos um grande potencial de desenvolvimento aberto para nós. O carro está rendendo muito bem, a equipe está excepcional e estamos na direção certa", disse. Por fim, o líder da equipe fora da pista torce para o novo difusor ficar pronto para Mônaco. "É um grande desafio incorporar um novo difusor, dadas as características do modelo RB5". "Provavelmente, é mais difícil que nas outras equipes, mas os membros da fábrica em Milton Keynes estão trabalhando muito para uma solução e espero que Mônaco seja a primeira corrida", completou. 12h00 - Obras podem adiar GP da Inglaterra do próximo ano: A novela sobre o GP da Inglaterra pode ter um desfecho que deve agradar a ambas as partes, mas deixar o país fora do calendário da F-1 por uma temporada. A pista de Donington Park, que sediará a corrida a partir do próximo ano, enfrenta problemas nas obras de adequação aos padrões da categoria, e corre o risco de não ficar pronta para a edição de 2010. Com isso, o chefão da F-1, Bernie Ecclestone, afirmou que uma das possibilidades é adiar a realização da prova _sem sequer cogitar fazer mais uma corrida no atual palco, Silverstone."Se o trabalho em Donington não for encerrado à tempo, ficaremos felizes em adiar a prova em um ano", comentou Bernie, ao "The Times". "Não quero perder o GP da Inglaterra, é a última coisa que queremos, mas não vamos a Silverstone, com certeza", completou. 11h30 - Briatore dá voto de confiança a Piquet: "Ele é leal": Em entrevista ao jornal espanhol "Marca", Flavio Briatore afirmou ter dado um voto de confiança a Nelsinho Piquet. O chefe da equipe Renault afirmou entender a fase difícil enfrentada pelo brasileiro neste início de temporada, e defendeu Piquet em relação ao piloto reserva do time, Romain Grosjean, que pode ocupar seu lugar no futuro. "Ele [Nelsinho] é um grande companheiro de equipe para Fernando Alonso e tem sido muito leal conosco", comentou o dirigente. Para Briatore, o momento é de ajudar o filho do tricampeão mundial Nelson Piquet, e as críticas não ajudam em nada."Ele está passando por um mal momento, mas, quando alguém tem problemas, é preciso ajudar, não assassinar", continuou Briatore. "Temos que dar espaço para ele nessas corridas da Europa", completou o italiano, que, na etapa da China, criticou a atuação complicada de Nelsinho, dizendo que o brasileiro participou de um concurso de rodadas na prova. 11h00 - "Esta não é mais a F-1", fala Kimi, que ameaça sair: Em entrevista à emissora inglesa BBC, Kimi Raikkonen entrou no grupo dos que ameaçam deixar a F-1 por causa das novas regras. Tradicionalmente quieto, o campeão mundial de 2007 soltou o verbo sobre a atual situação da categoria. "Esta não é mais a F-1", criticou."Por isso existe o questionamento. Vamos ver o que acontece", comentou Raikkonen, criticando o impasse entre a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a Fota (Associação das Equipes de F-1), sobre as ideias para o próximo ano. Entre os tópicos está a criação de um teto orçamentário de £40 milhões, com benefícios para quem aderir, e a obrigatoriedade do Kers, entre outros assuntos. "Existe uma série de questões e ninguém parece saber que tipo de regras vamos usar". Apesar da má fase, com 19 corridas sem vencer e apenas três pontos na tabela, Raikkonen rechaçou as ideias de que pode ser trocado na Ferrari por Fernando Alonso, e disse que pretende completar seu acordo, que vai até o fim do próximo ano _caso o regulamento ajude."Estou feliz onde estou, tenho um contrato para o próximo ano e vamos ver como a F-1 vai seguir. Vou completar meu contrato", encerrou. 10h30 - FIA crê em solução para limite orçamentário na F-1: Apesar das ameaças de Toyota, BMW, Red Bull e Ferrari, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo está otimista em um acordo para viabilizar o teto orçamentário em 2010. O principal problema não é o limite de custos em £40 milhões _valor considerado baixo por Flavio Briatore, da Renault_, mas os privilégios para os times que aderirem ao limite. Como a ideia foi gerada, principalmente, para atrair novas equipes, e muitas das organizações atuais não têm o desejo inicial de utilizar. Por este motivo, muitos reclamam do regulamento duplo que isso pode provocar. Para Tony Purnell, conselheiro técnico da entidade, a categoria tem é medo das mudanças. "Estou otimista", disse, à revista inglesa "Autosport"."Sempre quando uma mudança era exigida, os times criavam um armagedon: foi assim com o parque fechado, o congelamento dos motores, a mudança de V10 para V8, o Kers...", afirmou. "Em cada ocasião, alguns comentaram que a F-1 romperia. Essas experiências tendem a fazer a FIA ressaltar toda esta histeria. As pessoas não gostam de mudar", continuou. Para Purnell, o aumento do valor do teto não é considerado, pois espantaria novas equipes. "Queremos atrair novas equipes, e meu sentimento é de que, se aumentarmos muito mais este valor, o número de novas equipes pode desaparecer". "Por outro lado, existem montadoras querendo realizar grandes cortes. Bem, a FIA é a reguladora e temos de ver o quadro geral. É uma hora para decisões difíceis", completou. O regulamento duplo, aliás, pode se tornar único. "Certamente, se todas as equipes da Fota (Associação das Equipes da F-1) acham que dois regulamentos é errado, então vamos convidá-los para seguir o mesmo caminho." 10h00 - Ecclestone: "Ferrari não é estúpida em deixar F-1": Apesar das ameaças, Bernie Ecclestone acredita que a Ferrari não deixará a F-1 na próxima temporada. Nesta terça-feira, a montadora italiana realiza uma reunião de sua mesa diretora para definir o futuro da marca na categoria. O que pesa bastante para os dirigentes de Maranello é a ideia de um regulamento privilegiado para as equipes que adotarem o teto orçamentário de £40 milhões.No entanto, o chefão da F-1 não se preocupa com as ameaças, já que a Ferrari está na categoria desde a primeira temporada, em 1950, e não quer sair."A Ferrari não é estúpida. Eles não querem deixar a F-1 e não queremos perdê-los, então, vamos entrar nos eixos com eles", comentou, ao jornal inglês "Times". Ecclestone também disse que as equipes não estão animadas com a ideia de auditores externos monitorando os gastos dos times. 11/05/2009 17h30 - Ferrari define nesta terça-feira seu futuro na F-1: A tensão que surgiu entre Max Mosley e Ferrari após a definição do teto orçamentário para 2010 ainda não acabou. A marca italiana anunciou nesta segunda-feira que a mesa diretora irá discutir a permanência de sua equipe na F-1 na terça-feira. O problema começou quando Luca Di Montezemolo, presidente da Ferrari, mandou uma carta à FIA revelando sua preocupação a respeito das novas regras. Segundo ele, o teto opcional de £ 40 milhões poderia deixar o campeonato "injusto e talvez até tendencioso", além de prejudicar a imagem do esporte. Mosley, por sua vez, declarou que seria uma pena perder a Ferrari, mas que a F-1 conseguiria viver sem os italianos. A reunião de amanhã decidirá o futuro da única equipe que está na categoria desde a sua criação, em 1950. 17h00 - Raikkonen diz confiar em volta por cima da Ferrari: Apesar da Ferrari não ter começado o ano muito bem, Kimi Raikkonen afirmou que a equipe ao perdeu sua habilidade em ganhar. A Ferrari mostrou um ritmo melhor na última corrida, na Espanha, após a introdução de um novo pacote de evoluções, mas só alcançou um sexto lugar, com Felipe Massa, já que o carro de Raikkonen teve problemas hidráulicos. Mesmo tendo alcançado uma 16ª posição na classificação por causa de um erro de estratégia, o finlandês afirmou que o fim de semana em Barcelona foi encorajador."O carro está mais forte que antes e nós podemos continuar o evoluindo", disse. "Nós estamos chegando onde queríamos, que é lutar com os caras da frente." "Nós estamos dando o primeiro passo, então se conseguirmos algo positivo além disso, é uma boa coisa." Segundo ele, a Ferrari vai reverter a situação e voltar à ponta. Ele também negou que a equipe esqueceu sobre como vencer corridas."Mas parece que nós estamos fazendo cometendo mais erros, e algumas vezes você comete erros mais facilmente quando pressiona forte e tenta voltar." "Quando você está vencendo é sempre mais fácil, você pode sempre esta seguro em certos aspectos. Com certeza nós poderíamos ter feito muitas coisas melhor neste ano, mas nós estamos aprendendo com todas as coisas e eu tenho certeza que nós podemos voltar aquele nível." "É só que parece que leva um longo e horrível tempo, mas não é a primeira vez em corridas que isto acontece. Nós sabemos do que precisamos, e como eu disse, em algum ponto nós vamos voltar e estar onde queremos." 16h30 - Howett pede calma à Toyota após GP frustrante: John Howett aconselha os membros da Toyota a ficarem calmos após desempenho abaixo do esperado no GP da Espanha do último domingo. O presidente da equipe entende que tais movimentos de subida e descida são normais em fases iniciais de regulamento. O time japonês esteve entre os ponteiros nas quatro primeiras etapas e até fez dobradinha no grid do GP do Bahrein, só que, em Barcelona, Jarno Trulli e Timo Glock encontraram-se mais atrás, quase no pelotão intermediário. Segundo Howett, realmente essa primeira prova europeia não foi boa para a Toyota e seu carro não foi suficientemente veloz. "No geral, o desempenho do carro não foi forte o bastante com as atualizações que trouxemos para cá", disse ao site da revista "Autosport". Howett também informou que são preparadas mais novidades. "Quando você tem grandes mudanças de regras, você vê viradas e reviravoltas. Temos apenas de controlar nossos nervos." Glock foi o décimo colocado na Espanha, enquanto Trulli envolveu-se em um incidente na primeira volta e foi obrigado a deixar a disputa. 16h00 - BBC afirma ter visto atitudes racistas em Barcelona: A BBC relata ter observado atitudes racistas de um fã nas arquibancadas de Barcelona, na Espanha, no último fim de semana. A emissora britânica diz que um torcedor pintou cara e braços de preto e vestia uma camiseta da McLaren, parodiando Lewis Hamilton, ex-companheiro de Fernando Alonso. Além disso, outros torcedores ao seu redor faziam gestos. Segundo a BBC, a FIA investiga o assunto agora. Há um ano, a entidade condenou atitudes de fãs espanhóis contra o atual campeão e ameaçou tirar a concessão dos organizadores da etapa da Catalunha, os quais permitiram entrada dessas pessoas. Na ocasião, durante a pré-temporada de 2008, torcedores surgiram no autódromo vestidos de macacos, e com uma camiseta onde se lia a inscrição "família de Hamilton" em inglês. 15h30 - Webber cobra Red Bull para Brawn não disparar: Mark Webber pede reação rápida da Red Bull, já que está preocupado com a situação do campeonato, muito favorável à Brawn neste momento. A Red Bull ainda não tem seu difusor duplo, pois exigirá muitas mudanças no RB5, e seu ritmo de corrida não está forte o bastante para superar os carros da Brawn em condições normais. A Brawn tem 29,5 pontos de vantagem sobre a Red Bull no Mundial de Construtores. O australiano está 25,5 pontos atrás do inglês Jenson Button entre os pilotos."Esses rapazes [da Brawn] marcaram mais pontos novamente, então precisamos reagir rapidamente nas próximas três ou quatro corridas, caso contrário o campeonato de construtores começará a ficar mais distante de nós", disse. Webber, terceiro colocado na Espanha, atribuiu seu bom resultado a uma estratégica eficaz, pois optou por prolongar seu trecho intermediário de corrida e adiar um pouco seu segundo pit stop, superando, com isso, Felipe Massa e seu companheiro Sebastian Vettel. O difusor duplo da Red Bull está por vir e talvez fique pronto até mesmo para a próxima etapa, o GP de Mônaco, do dia 24 de maio. 15h00 - Chefe afirma que Mônaco será melhor para McLaren: Martin Whitmarsh prevê um melhor desempenho da McLaren no GP de Mônaco após um GP da Espanha difícil para a equipe. Curvas de alta velocidade de Barcelona expuseram a fragilidade aerodinâmica do MP4-24, e Lewis Hamilton nem sequer conseguiu marcar pontos, sendo o nono colocado, enquanto Heikki Kovalainen abandonou com falha na caixa de câmbio. Pelas características de Mônaco, o chefe de equipe aposta em um melhor resultado da McLaren no tradicional circuito de rua."Depois de quase irmos ao pódio no Bahrein, dissemos `vamos, rapazes, sabíamos que seria um fim de semana difícil`, e acho que há coisas positivas para tirarmos dele", disse. "Percorremos um longo caminho em comparação com onde estávamos há oito semanas. Lewis sempre esteve em um carro vencedor, mas não é o caso neste momento e ele está fazendo um trabalho fantástico." "Mônaco será uma etapa diferente, estaremos mais fortes, temos ainda muito trabalho pela frente, mas definitivamente seremos mais fortes lá." Whitmarsh prefere não opinar sobre a relação de forças para Mônaco, mas diz ter certeza de que a pista é melhor para as características do MP4-24 e acredita na pilotagem de Hamilton lá. A McLaren ocupa a quarta posição no Mundial de Construtores _13 pontos. 14h30 - Symonds reprova ideia de teto de gastos opcional: Diretor de engenharia da Renault, Pat Symonds não concorda com a introdução de um teto orçamentário opcional na F-1, o que faria com que equipes da categoria seguissem dois regulamentos diferentes. O engenheiro nunca viu tal ideia funcionando bem no automobilismo. A proposta é que quem queira gastar até 40 milhões de libras por ano tenha maior liberdade técnica. Os que quiserem gastar livremente terão de seguir o regulamento restritivo atual. "Não acho que um campeonato assim já tenha funcionado em qualquer categoria, seja ela de automóveis de salão ou de carros esportivos, em que eles tentam equalizar motores, seja ela a F-1, com propulsores turbo ou aspirados", disse. A Fota, associação das equipes, procura uma alternativa para a proposta do teto da FIA, e haverá uma reunião com Max Mosley antes do GP de Mônaco. Algumas escuderias, como Toyota, não pretendem enviar inscrição para 2010 até 29 de maio se não houver uma mudança nessa ideia. Symonds acrescentou: "É importante dizer que não estamos necessariamente em conflito com as novas regras. Nós todos temos as mesmas intenções: nós todos queremos gastar menos dinheiro. Há diferenças de opinião sobre escalas monetárias e de tempo, mas é importante que a transição para uma fórmula mais barata aconteça suavemente". 14h00 - Brawn planeja atualizações para seguir com domínio: A Brawn promete não descansar até garantir os títulos desta temporada e já planeja novos pacotes para as próximas provas. Jenson Button venceu no último domingo pela quarta vez em cinco provas de 2009, e sua equipe domina ambos os campeonatos. O domínio só pôde ser confirmado com a primeira grande atualização do BGP001 do ano em Barcelona, na Espanha. Questionado se a temporada pode ficar restrita a uma disputa interna da Brawn e nada mais, Ross afirmou não estar preocupado com essa possibilidade. "Não posso fazer nada a respeito disso", disse. "Brigamos intensamente a cada corrida para fazermos o melhor trabalho que pudermos. É uma equipe que realmente fica unida. A adversidade do inverno parece ter endurecido todo mundo ainda mais e tudo funciona como um relógio neste momento. Mas estamos sendo cautelosos." Um novo grande pacote de atualizações será introduzido no GP da Alemanha de julho, mas Brawn não pode garantir que represente também um bom progresso."Nunca se sabe. Temos um ótimo grupo de pessoas; elas estão trabalhando bastante. Todos têm uma meta para o GP da Alemanha e a história recente diz que podemos alcançá-la", afirmou. "Teremos novas peças e partes para Mônaco e Istambul, mas a maior atualização é para Nurburgring." No entanto, Ross Brawn ainda vê a Red Bull como uma ameaça. O dirigente acha que mais equipes, como a Ferrari, entrarão na batalha, mas, sobre disputa pelo título, aponta a Red Bull como adversária. 13h30 - Domenicali diz: ritmo foi única coisa boa da Ferrari: Stefano Domenicali só viu uma coisa positiva da Ferrari como equipe no GP da Espanha: o muito melhor ritmo do carro. A escuderia italiana continua protagonizando um festival de erros. Kimi Raikkonen largou em 16º após mais uma falha de avaliação de tempo de volta no treino classificatório e abandonou a etapa com problemas mecânicos. Já Felipe Massa tinha grandes chances de ir ao pódio quando precisou tirar o pé por falta de combustível, cruzando a linha de chegada em sexto lugar. Apesar disso, a evolução do F60 é visível após a introdução de atualizações. Agora a equipe tem novamente condições de pontuar em todas as corridas. Mas o chefe de equipe admitiu: "Certamente é o melhor e o único aspecto positivo. É muito significativo para este fim de semana. Diria que Felipe brigaria por um pódio se não tivéssemos tido esses problemas". Domenicali está decepcionado com os erros. "Há muita dor. Seria desonesto se não dissesse isso, pois é o que tenho agora. Precisamos ter certeza de que as pessoas responsáveis por todas as áreas façam o melhor trabalho que puderem", declarou. "Estou aqui para manter a pressão nelas, mas, claro, preciso de gente para trabalhar, reagir e assumir responsabilidade, pois, caso contrário, será difícil. Claro, devemos ter como meta voltar àquele bom nível o quanto antes possível." A Ferrari apenas marcou seis pontos em cinco corridas, e Domenicali diz que a equipe italiana representa o oposto da Brawn, já que tem um carro pouco confiável. Mas ele espera ver confiabilidade e mais velocidade do F60 em breve. 13h00 - Super Aguri nega volta à F-1 na próxima temporada: Fumio Akita, um dos antigos donos da falida Super Aguri, descartou um retorno da equipe à F-1 em 2010, para quando está programada a introdução de um teto orçamentário opcional. Depois da divulgação dos planos da FIA, reportagens vindas do Japão diziam que a ex-parceira da Honda poderia voltar à categoria. Akita, porém, negou os boatos: "Não há absolutamente chance. Mesmo sem a crise financeira mundial e seu efeito na economia japonesa, não poderíamos bancá-la"."Já saímos porque não tínhamos recursos para continuar. Mesmo se tivéssemos 60 milhões para gastar, teríamos de começar do zero novamente. Não sabemos de onde essas reportagens vieram, mas Aguri também disse não haver chance."A Super Aguri fechou as portas há um ano com dificuldades financeiras. 12h30 - Mercedes cogita estampar logo em carro da Brawn: Vendo o sucesso da Brawn nesta primeira metade da temporada _com quatro vitórias em cinco corridas_, a Mercedes-Benz pode passar a apoiar mais a equipe inglesa. O chefe de competições da montadora alemã, Norbert Haug, existe a possibilidade de os carros de Jenson Button e Rubens Barrichello ostentarem a marca das três pontas na carenagem de seus carros."Temos possibilidades e opções, e esta foi oferecida para nós", disse Haug, à emissora alemã RTL. Dona de 40% da McLaren e fornecedora de motores da Force India, a Mercedes-Benz só vem obtendo evidência com a Brawn. No entanto, os carros de Ross Brawn não exibem nenhuma marca da montadora em seus carros. 12h00 - Red Bull engrossa lista dos que ameaçam sair da F-1: Max Mosley e Bernie Ecclestone foram ameaçados por mais duas equipes, que ameaçam deixar a F-1 caso o teto orçamentário com privilégios no regulamento seja validado para 2010. Além de Toyota e BMW, que se manifestou contra o sistema no fim de semana, chegou a vez da Red Bull ameaçar não correr, caso o regulamento beneficiem quem adotar o limite de £40. Segundo as regras, as equipes que correrem com o orçamento determinado terão mais vantagens no desenvolvimento do carro e em alguns sistemas, como a asa móvel. "Se as regras propostas para 2010 permanecerem inalteradas, não vamos entrar no campeonato do próximo ano", afirmou o dono da Red Bull, Dietrich Mateschitz, ao jornal austríaco "Salzburger Nachrichten". "E acho que os outros times também não estão contentes. Então, possivelmente um, dois ou, talvez, três times atuais competirão", comentou o dirigente, que também é dono da Toro Rosso. Ou seja: caso a Red Bull saia, o grid da F-1 perderá quatro vagas. Com a Toyota e a BMW, são oito _quase meio grid. Flavio Briatore, chefe da Renault, destaca que o êxodo de equipes será muito prejudicial para a F-1. "Sem grandes e importantes nomes _a Ferrari inclusa_, a F-1 valerá muito menos", comentou o dirigente, que acha cedo a ideia do teto para 2010."Posso imaginar que a Fota (Associação das Equipes) _não em 2010, mas em 2011_, concorde com a equipe em um valor limite por ano, que seja obrigatória a todos. Mas uma solução brutal, que é a atual, não tem uma mínima chance." Stefano Domenicali, chefe da Ferrari, concorda com o italiano. "Estamos tentando encontrar uma solução, pois a atual é algo que não achamos que seja a correta. Queremos uma solução", completou. 11h30 - Brawn e Button afirmam: não houve privilégio em GP: Em entrevista ao jornal "Mirror", da Inglaterra, Jenson Button rechaçou qualquer ideia de favorecimento a ele dentro da equipe Brawn. O inglês, que venceu quatro das cinco primeiras corridas da temporada atual, ganhou o GP da Espanha, em Barcelona, após mudar a estratégia e passar o companheiro Rubens Barrichello dentro dos boxes. No entanto, Barrichello acusa o time de nunca ter cogitado a tática usada por Button (de duas paradas) nas conversas realizadas antes da prova e ameaça deixar a escuderia caso sinta que o inglês tenha privilégios."Esta situação está bem longe de acontecer dentro da nossa equipe", comentou o inglês, que corre ao lado de Barrichello desde 2006, quando o time ainda era comandado pela Honda. "Fiz meu caminho hoje, e este pode ser o de Rubens em Mônaco, e assim a coisa segue", completou Button, que lidera o campeonato com 41 pontos, 14 a mais que o brasileiro, vice-líder. As declarações de Button foram endossadas por Ross Brawn e Nick Fry, os principais dirigentes do time: "Não, não, absolutamente, não. Espero que Rubens não pense isso, pois não estamos favorecendo Button", falou Brawn."Acho que vocês viram na primeira curva que não existiram ordens de equipe", completou Fry. 11h00 - Rubens diz: deixará Brawn, se sentir favorecimento: Depois de passar seis temporadas na função de segundo piloto da Ferrari, sendo obrigado a jogar a favor de Michael Schumacher, Rubens Barrichello afirmou que não aceitará mais se sujeitar a tal situação. No GP da Espanha, disputado neste domingo, o brasileiro da Brawn fez uma opção por três paradas durante a corrida e assumiu a ponta logo no início. No entanto, o parceiro, Jenson Button, trocou a estratégia e superou o companheiro nos boxes, vencendo a prova. O fato espantou Barrichello, já que nunca foi cogitada a ideia de duas paradas, e o brasileiro foi se queixar ao time, ameaçando abandonar a categoria caso haja algum indício de favorecimento dentro da escuderia inglesa."Depois da corrida, falei para o Ross [Brawn, dono do time] exatamente o que queria falar. Se ele tivesse feito alguma coisa para o Jenson ganhar, eu pendurava as minhas chuteiras, ia pra casa. Não preciso disso, sou melhor que isso", disse, à repórter Tatiana Cunha do jornal "Folha de S.Paulo". "A resposta dele foi: "Hoje [ontem], ele ganhou por coincidência. Achamos que você voltaria na frente do [Nico] Rosberg no primeiro pit, e conseguiu, e o Jenson não conseguiria, ficaria preso atrás dele. O time acha que foi coincidência, e é assim que saio da pista", continuou Rubens, que não acredita em tal atitude por parte de Ross Brawn. "Ele [Ross Brawn] me pediu para pilotar para ele, e sabe que quero correr de forma justa com Jenson", disse o veterano de 36 anos, que é radical. "Não vou seguir mais ordens de equipe". "Estou deixando claro agora, então todos já sabem. É muito mais diferente do que costumava ser na Ferrari. Temos uma situação bem mais amigável", completou Rubens. 10/05/2009 12h30 - Asa traseira de carro à frente impede visão de Kimi: Em entrevista à rádio BBC, Kimi Raikkonen relatou uma situação incomum enfrentada no GP da Espanha de F-1. O ferrarista, que abandonou a prova após enfrentar problemas no acelerador, confessou não ter enxergado o semáforo com as luzes que indicam o início da prova."Não consegui ver as luzes de partida, pois as asas traseiras dos carros à frente são muito altas", disse o campeão de 2007, que mantém o jejum de 19 corridas sem vencer na categoria. 12h00 - Vitória de Button confirma tendência de Barcelona: Pela 15ª vez em 19 edições do evento, um pole position venceu em Barcelona. Jenson Button confirmou a tendência neste domingo. Só não venceram saindo da posição de honra Nigel Mansell, em 1991, Damon Hill, em 1994, Michael Schumacher, em 1996, e Mika Haikkinen, em 2000. Ou seja, desde 2001 os poles vencem em Barcelona. 11h30 - "Estratégia não funcionou", diz Barrichello, segundo: Com um sorriso amarelo, Rubens Barrichello recebeu o troféu pela segunda posição no GP da Espanha. O brasileiro, que teve um início de corrida bom _tomou a liderança e chegou a andar 11s à frente do parceiro Jenson Button_, optou por uma estratégia de três paradas e perdeu a liderança para o companheiro nos boxes.
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